Samir Yazbek constrói um encontro entre diferentes mundos: a França cosmopolita e sofisticada representada por Sarah Bernhardt e um Brasil marcado por profundas desigualdades. A partir desse choque cultural, o espetáculo propõe uma reflexão contemporânea sobre racismo, colonialidade cultural, autonomia intelectual, relações de poder e o papel transformador da arte na construção da identidade de um país.